Categoria: Vida em Condomínio

O Papel do Conselho Consultivo em Condomínios: Fortalecendo a Harmonia com o Síndico

Dentro da dinâmica condominial, a relação entre o síndico e o conselho consultivo é crucial para garantir uma gestão eficaz e harmoniosa. Este artigo aborda em profundidade o papel do conselho consultivo, detalhando suas responsabilidades legais, a importância de uma colaboração efetiva com o síndico, e oferece estratégias para fortalecer essa parceria essencial. Mas afinal, o que é o Conselho Consultivo?  O conselho consultivo, conforme estabelecido pelo artigo 23 da Lei nº 4.591/64, é um órgão facultativo dentro da estrutura administrativa de um condomínio. Ele é composto por moradores eleitos que têm o papel de fiscalizar as ações do síndico e assessorá-lo nas decisões mais significativas relativas à administração do condomínio. Funções e limitações do Conselho Consultivo O conselho tem a função crucial de fiscalizar as contas do condomínio, a administração dos recursos e a condução das políticas internas pelo síndico. Eles devem atuar como um corpo consultivo, sem poderes executivos, o que significa que suas recomendações não são obrigatórias para o síndico, mas podem influenciar fortemente nas decisões administrativas. Importância de uma boa relação entre Síndico e Conselho Consultivo Uma relação positiva entre o síndico e o conselho consultivo é vital para a transparência e eficácia da gestão condominial. Um síndico que mantém uma comunicação aberta e respeitosa com o conselho pode beneficiar-se de insights valiosos e suporte nas decisões complexas, além de fortalecer a confiança entre os condôminos. Dicas para construir uma convivência eficiente com o Conselho Consultivo A interação entre o síndico e o conselho consultivo pode definir o sucesso da administração de um condomínio. Investir em uma relação sólida e cooperativa entre estas partes é fundamental para assegurar uma gestão transparente e eficiente, que atenda aos interesses de todos os moradores. Se você é síndico ou membro do conselho consultivo e busca melhorar a gestão do seu condomínio, considere o suporte de uma administradora experiente como a Conviver. Estamos aqui para ajudar você a aprimorar a dinâmica entre síndico e conselho, garantindo uma administração mais harmoniosa e eficiente. Convidamos você a entrar em contato conosco para explorar como podemos assisti-lo nessa jornada.

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BBB

O que o BBB nos ensina sobre convivência em condomínios

Você já parou pra pensar que a convivência no BBB em muitos pontos é como na vida em condomínio? Nesta edição, por exemplo, tivemos diversos momentos que poderiam muito bem ter acontecido em um prédio. E como tudo na vida é aprendizado, assistindo o programa, também podemos tirar boas lições sobre a vida em coletividade. Neste artigo, vamos te mostrar o que o BBB nos ensina sobre convivência em condomínios. Continue lendo para conferir! 1.  A importância de olhar para o outro No início do programa, a influencer e ex-BBB Vanessa Lopes apresentou um quadro de Psicose Aguda dentro da casa, o que a levou à desistência do programa. Durante as crises, Vanessa recebeu o apoio dos outros brothers, e isso foi essencial, até mesmo no momento de sua desistência. A lição que fica aqui é que precisamos estar atentos aos sinais. Embora o mês de Setembro seja dedicado à conscientização sobre a Saúde Mental, é importante destacar que essa é uma questão que requer cuidado durante todo o ano, principalmente no condomínio. Isso porque, é fundamental compreender que a saúde mental é uma preocupação contínua. Mesmo que na vida em condomínio as pessoas não necessariamente precisem ser amigas, podemos cultivar um olhar mais atento para identificar possíveis sinais de necessidade de ajuda. Estender a mão e oferecer apoio pode fazer toda a diferença para alguém que esteja passando por um momento difícil. 2. Respeito ao momento dos outros O quadro ‘Sincerão’, que ocorre todas as segundas-feiras no programa, costuma gerar muitas discussões. No dia 05/02, as participantes Alane e Fernanda protagonizaram uma briga verbal acalorada. Em certo momento, Fernanda precisou recorrer à direção do programa para que seu tempo de fala fosse respeitado. Na vida em condomínio, infelizmente, situações como essa são bastante comuns durante as assembleias. Por isso, cabe ao presidente da mesa reforçar no início da reunião as regras de comportamento e garantir que sejam respeitadas durante todo o processo.  Quanto aos moradores, é importante lembrar que é possível discordar sem precisar chegar a uma briga. Discordâncias e divergências de opiniões são naturais e até mesmo saudáveis em qualquer ambiente, incluindo os condomínios. No entanto, é essencial que isso seja gerenciado de forma construtiva, sem que evolua para conflitos ou brigas. 3. Nada de exclusão No início do programa, alguns participantes destacaram que excluir um colega poderia resultar em um efeito reverso, conferindo a ele um favoritismo aos olhos do público. Por isso, optaram por uma abordagem de inclusão, envolvendo todos os moradores da casa. Deixando as táticas de jogo para o lado, promover uma comunidade mais integrada traz uma série de benefícios para o convívio diário no condomínio. Isso inclui uma melhora na harmonia do empreendimento, um maior engajamento das pessoas em atividades comunitárias, uma participação mais ativa nas decisões do condomínio, entre outros aspectos positivos. Portanto, a lição que podemos extrair é clara: evite a exclusão e promova a inclusão em todas as esferas da vida em condomínio! 4. Respeito às diferenças em diversidade Por fim, nas últimas edições do BBB, temos presenciado debates intensos sobre questões pertinentes, e esta não seria exceção. O que acontece na casa, dá o que falar aqui fora. Por conta do BBB 24, algumas pautas importantes foram levantadas, como: machismo, racismo, reginalismo, discriminação contra pessoa deficiente e mais. O fato é que, no condomínio, não há espaço para nenhum tipo de preconceito. Afinal, convivemos com uma diversidade de pessoas, cada uma com sua própria história, pensamentos, posicionamentos e características únicas. Saber lidar com essas diferenças não é apenas uma obrigação, mas também um gesto fundamental de respeito mútuo. Por fim… Assim como na vida dentro do reality, no cotidiano do condomínio também enfrentamos desafios relacionados à convivência e à diversidade. É fundamental que todos os moradores sejam conscientes da importância de promover um ambiente inclusivo, onde cada pessoa seja respeitada em sua individualidade. Portanto, inspirados pelos debates e lições do BBB, podemos trazer esses valores para nossa comunidade condominial, tornando-a um lugar mais acolhedor e harmonioso para todos os seus membros. Esperamos que você tenha gostado deste artigo, e se você quiser deixar sua opinião, comente aqui embaixo! Fale conosco! Em caso de dúvidas, fale conosco! Acompanhe a Conviver nas redes sociais! Instagram Facebook

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O segredo para aprender a administrar conflitos no condomínio.  

O segredo para aprender a administrar conflitos no condomínio.  

É impossível você encontrar um condomínio que não tenha conflitos. Isso se deve ao fato de que estes conjuntos habitacionais contam com a coletividade, e é o nosso dever entender que teremos pessoas com opiniões, gostos e personalidades diferentes – em algum momento, pode ocorrer algum atrito. O síndico, por sua vez, precisa desenvolver habilidades e técnicas para aprender a gerenciar conflitos e lidar de forma tranquila com a situação, visando sempre garantir o bem-estar e qualidade de vida dos condôminos. As principais causas de conflitos no condomínio. Os conflitos, diferente do que muitos pensam, não ocorrem somente entre moradores, é comum presenciar casos em que o síndico, colaboradores e prestadores de serviço também estão envolvidos. Entre os casos mais comuns, estão eles, excesso de barulho, animais de estimação, vaga na garagem, problemas hidráulicos, tabagismo e inadimplência. Porém, é importante ressaltar que, com o posicionamento certo, é possível resolver a situação tranquilamente e manter tudo sob controle. Quando o síndico deve intervir nos conflitos do condomínio? Em um condomínio, o síndico, tanto profissional quanto morador, é a figura que fica responsável por lidar com esses problemas. Mas será que todo conflito deve ter a mediação dele? E a resposta é NÃO! O síndico só deve intervir em situações que possam interferir no bom funcionamento do condomínio e envolver toda a comunidade, como danificação do patrimônio, barulhos excessivos, desrespeito entre condôminos, obras fora de hora etc. O gestor do condomínio não tem obrigação de resolver todos os atritos que ocorrem, deve-se contar com o senso e a educação de todos para que nenhum limite seja ultrapassado – mas lembre-se de que é imprescindível que o síndico tenha habilidades técnicas para lidar com o que for preciso. Afinal, como o síndico pode intermediar conflitos no condomínio? Embora não seja possível evitar completamente os conflitos em um condomínio, algumas ações de conscientização podem ajudar a promover o respeito mútuo e a tranquilidade. É importante lembrar que as principais queixas de conflitos geralmente estão relacionadas aos “5 Cs”: cano (problemas hidráulicos), cachorro (barulho ou sujeira), criança (barulho excessivo ou falta de supervisão), carro (vagas ou manobras) e calote (inadimplência financeira). Síndico, confira abaixo algumas dicas de como lidar melhor com essas situações: Diante das orientações acima, é importante lembrar que um bom síndico, é aquele que toma as atitudes certas, pensando no bem-estar dos moradores e colaboradores. Todavia, apesar das suas habilidades ele continua sendo somente um mediador, em casos de situações extremas, como citada no último tópico, é necessário recorrer à mediação de conflitos, a arbitragem, o Juizado Especial Cível e a Justiça Comum. Em caso de dúvidas sobre administração de conflitos, fique à vontade para falar conosco! Continue acompanhando nosso Blog e nossas redes sociais (Instagram) para não perder nenhum conteúdo importante para o seu condomínio. Combinado?

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Condomínio: Guia essencial para conhecer os direitos e deveres dos condôminos.

Condomínio: Guia essencial para conhecer os direitos e deveres dos condôminos.

O estilo de vida em condomínios pode ser desafiador, mas é uma forma de moradia cada vez mais popular, tanto pela oferta de lazer quanto pela segurança que oferece. No entanto, para que a convivência em comunidade seja saudável e pacífica, é importante que todos os moradores compreendam seus direitos e deveres. Pensando nisso, abordaremos detalhadamente os direitos, deveres e dificuldades enfrentados pelos moradores em um condomínio. Afinal, quais são os direitos do morador no condomínio? Os proprietários de unidades em condomínio possuem uma série de responsabilidades e direitos que são regidos pela legislação e regulamento interno do condomínio. O Código Civil é a principal fonte de normas sobre o assunto e estabelece as bases para a convivência pacífica entre os moradores. Entre os principais direitos, podemos destacar a possibilidade de participar das assembleias do condomínio e ter direito a voto nas decisões que afetam o empreendimento. Além disso, os proprietários têm o direito de usufruir da sua unidade e das partes comuns do condomínio. Mas e as obrigações do condômino no condomínio? Os condôminos possuem obrigações importantes, como contribuir proporcionalmente para as despesas do condomínio e seguir as regras internas para conservar as áreas comuns e suas unidades. A necessidade de arcar com as despesas condominiais se destaca, já que incluem gastos com manutenção, limpeza, conservação e outras despesas necessárias para o funcionamento do condomínio. É bem importante lembrar que a não observância dos direitos e obrigações dos proprietários pode acarretar sanções previstas em lei, como multas e até mesmo a perda do direito de uso da unidade. Por isso, é fundamental que eles conheçam seus direitos e obrigações e atuem em conformidade com a legislação vigente e o regulamento interno do condomínio. Ficou com alguma dúvida sobre o tema?  Entre em contato conosco, e não esqueça de continuar nos acompanhando por aqui e em nossas redes sociais. Fale conosco:conviver@conviveradm.com.br  | (11) 2076-5353 | Instagram

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Medidas de segurança para condomínios: Proteção de funcionários e moradores.

Os síndicos em geral têm uma grande preocupação com relação à segurança, e isso se deve, em parte, ao fato de que a cada ano que passa, o mundo se torna mais perigoso. E pensando em garantir a segurança dos condôminos, síndicos, e colaboradores em geral, falaremos sobre alguns pontos relevantes que conectam a violência e o mercado condominial. Os índices de violência em condomínios aumentam a cada dia. Casos de violência nos condomínios não são um assunto novo. A cada dia vemos mais e mais notícias nos jornais sobre agressões ao síndico, colaboradores, vizinhos e até violência doméstica dentro dos empreendimentos residenciais. Só em 2022, o número de reclamações e denúncias, que incluem violência doméstica, aumentou 300%. Fonte: noticias.r7.com Um triste exemplo recente foi em um condomínio em São Luís – Maranhão. um porteiro foi agredido e ameaçado de morte por um visitante. O caso em questão, ocorreu enquanto o colaborador, durante uma ronda de rotina, avistou o morador em seu carro com sua esposa ouvindo som alto, e se aproximou solicitando para o mesmo abaixar um pouco, a fim de manter a ordem e preservar a tranquilidade dos condôminos. A ação do visitante estava infringindo uma das regras do condomínio, portanto, era dever do porteiro intervir na situação, que infelizmente terminou com a agressão do colaborador. A partir da promulgação de uma lei estadual que exige que os gestores de condomínios informem à polícia sobre casos de violência, as acusações receberam um impulso significativo.A importância de ter medidas de segurança no condomínio. Ter medidas de segurança efetivas nos condomínios é de extrema importância para garantir a proteção dos moradores e de suas propriedades.No caso que citamos, onde o porteiro foi agredido, por exemplo, só foi possível identificar o agressor e atestar o ocorrido por conta das câmeras.A presença de sistemas de segurança também é um fator que pode influenciar na valorização do imóvel. Medidas como câmeras, alarmes e porteiros eletrônicos podem trazer tranquilidade e aumentar a sensação de segurança para todos os moradores. Algumas medidas práticas para a segurança do seu condomínio: Visto que estes problemas são recorrentes, não custa nada tomar alguns cuidados necessários para desenvolver uma segurança efetiva e prevenir este tipo de ação – veja algumas medidas importantes para você pode aplicar no seu condomínio: Portaria organizada: Ter profissionais treinados para lidar com situações problemáticas é essencial, além de realizar o controle de quem entra no condomínio; Câmeras de segurança: A instalação dessa ferramenta é indispensável para coibir a ação de criminosos e ajudar na identificação de suspeitos. Elas devem ser instaladas em pontos estratégicos, como entradas e saídas do condomínio, corredores, elevadores e áreas comuns; Cercas elétricas: Esse recurso pode ajudar a prevenir invasões. É importante ressaltar que a aprovação da instalação das cercas deve acontecer em assembleia e seguir às leis do seu estado/cidade; Botão de pânico: Ele pode ser programado conforme a sua necessidade, entretanto, os usos mais comuns são em emergências policiais e médicas. Ao ser acionado, ele envia um sinal para o receptor escolhido. A importância da colaboração dos moradores para a segurança no condomínio. Como citamos, já faz um tempo que a violência dentro dos condomínios deve ser denunciada por lei! Visto que o depoimento anônimo de moradores ou de outras pessoas podem ajudar a solucionar o caso, é importante ressaltar que a colaboração da comunidade faz toda a diferença. Como síndico, você pode promover ações de conscientização para evidenciar a relevância de combater o problema em questão, bem como as possíveis consequências para cada situação. Dessa forma, os envolvidos estarão mais informados e conscientes da importância de agir de forma responsável e adequada. Em caso de dúvidas sobre as medidas de segurança, entre em contato conosco, e não esqueça de continuar nos acompanhando por aqui e em nossas redes sociais. Fale conosco: conviver@conviveradm.com.br2076-5353

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Síndico, como a inteligência emocional vai ajudar a sua gestão!

Síndico, como a inteligência emocional vai ajudar a sua gestão! Qualquer tipo de administração demanda uma gestão de pessoas transparente e organizada, pautada no ouvir, compreender e atuar de forma imparcial com as decisões. Um dos pilares desta gestão de pessoas é a inteligência emocional. Essa técnica é de extrema importância para o desenvolvimento assertivo de relações funcionais e processos eficazes. Nada disso muda quando falamos do trabalho do Síndico. Por isso, para te ajudar, no artigo de hoje falaremos sobre como a inteligência emocional vai ajudar a sua gestão, Síndico. Continue lendo para entender! O conceito de inteligência emocional e sua inserção na vida do Síndico A inteligência emocional é a pura capacidade de reconhecer e lidar com emoções da melhor maneira possível, tudo isso ligado diretamente à gestão de relações interpessoais. O Síndico depende de decisões racionais e da manutenção de relacionamentos saudáveis para exercer o seu trabalho com mais segurança e autoridade. Ao desenvolver a inteligência emocional, o Síndico consegue entender as necessidades de todos os envolvidos (moradores, fornecedores, colaboradores etc.), adotando uma abordagem personalizada, sensível e benéfica a todos. Quatro dicas para desenvolver a inteligência emocional Este não é um processo fácil, mas é extremamente necessário e faz parte do trabalho de um Síndico de sucesso! Aplicação da inteligência emocional no condomínio Ao estabelecer uma gestão baseada na inteligência emocional, o Síndico pode aprimorar diversos processos: Não deixe de desenvolver as ações que citamos no seu dia a dia, atribuir esta técnica à sua vida profissional vai te trazer diversos benefícios, Síndico! Em caso de dúvidas sobre Inteligência Emocional, fique à vontade para comentar aqui embaixo! Continue acompanhando nosso Blog e nossas redes sociais (Instagram) para não perder nenhum conteúdo importante para o seu condomínio. Combinado?

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4 dicas para manter seu condomínio seguro no fim de ano

4 dicas para manter seu condomínio seguro no fim de ano

O fim do ano de 2022 está cada vez mais próximo. Por conta disso, muitas pessoas estão se preparando para as celebrações de Natal e Ano Novo, tanto os que já estão com as malas prontas para viajar quanto aqueles que preferem confraternizar em suas casas. Nos dois casos, o cuidado com a segurança do condomínio não deve ser esquecido. Isso porque, o aumento do fluxo de pessoas circulando pelo condomínio e lares vazios são fatores que tornam o empreendimento vulnerável à ação de criminosos. Por isso, esse é o momento para pensar em medidas para proteger o patrimônio e garantir o bem-estar da comunidade condominial. Para ajudar, a Conviver preparou esse artigo com 4 dicas que você, síndico(a), pode colocar em prática para manter seu condomínio seguro no fim de ano. 1. Revisão dos procedimentos de segurança Cuidado nunca é demais. Para que tudo aconteça dentro do esperado, se possível, revise os procedimentos de segurança do empreendimento, principalmente o controle de acesso de visitantes e entregadores, que aumenta consideravelmente no período. No geral, é importante que os funcionários estejam cientes de que ninguém, em hipótese alguma, pode entrar sem autorização. No caso das visitas, o recomendado é que, em caso de dúvidas, o porteiro deve entrar em contato com o morador para identificar o “visitante”, mantendo-o do lado de fora durante a confirmação. Já com os entregadores, de preferência, eles não devem entrar no condomínio. Se o empreendimento tem o sistema de clausura, o passa-volume deve ser utilizado para o recebimento de encomendas. Por isso, quando puder, faça a revisão dos procedimentos de segurança. 2. Orientações aos funcionários Ainda sobre os funcionários, o treinamento para a equipe é essencial para garantir que eles estarão preparados para evitar transtornos como assaltos e invasões. Quando não estão devidamente treinados, eles podem se desesperar e, consequentemente, complicar a situação. Como principal responsável pelo condomínio, você pode organizar treinamentos ministrados por profissionais capacitados. Além disso, vale apostar em materiais de reforço para que a equipe consulte o documento, se necessário. 3. Medidas para os condôminos Quando o assunto é segurança no condomínio, todos precisam colaborar, inclusive os moradores. Como falamos, enquanto uma parte aproveita o fim de ano para viajar, outros costumam ficar em casa para receber familiares e amigos para as comemorações. Nos dois casos, os cuidados para manter o condomínio seguro não devem ser esquecidos. Sendo assim, use os principais canais do condomínio para divulgar as orientações. Abaixo, separamos alguns pontos que você pode relembrar. Veja: 3.1 Que vão viajar: 3.2 Que vão ficar: 4. Sistemas de segurança Por fim, verifique se os sistemas de segurança estão funcionando corretamente e, se necessário, faça os reparos imediatamente. Não deixe de verificar os equipamentos abaixo: Com essas dicas, o fim de ano no seu condomínio será muito mais seguro. Se tiver alguma dúvida, fique à vontade para comentar aqui embaixo. Obrigado pela companhia e continue nos acompanhando por aqui e em nossas redes sociais (Instagram).

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