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CCT 2026/2027 dos funcionários de condomínios: o que muda e como se preparar

A CCT 2026/2027 dos funcionários de condomínios já está em vigor e trouxe mudanças importantes que impactam diretamente a gestão de pessoas e o planejamento financeiro dos condomínios em São Paulo. As negociações coletivas entre o SEAC e a FEMACO foram concluídas e definiram novas condições de trabalho, salários e benefícios para diversas funções essenciais ao dia a dia condominial. Neste artigo, explico os principais pontos da nova Convenção Coletiva de Trabalho, com foco prático para síndicos e gestores, sempre considerando o impacto real na rotina e no orçamento do condomínio. Continue lendo! O que é a CCT e por que ela importa para os condomínios A Convenção Coletiva de Trabalho estabelece regras que devem ser cumpridas por empregadores e empregados dentro de uma categoria profissional. No caso dos funcionários de condomínios, a CCT define pisos salariais, reajustes, benefícios, programas de participação e condições gerais de trabalho. Ignorar ou interpretar mal essas regras pode gerar problemas trabalhistas, impactos financeiros inesperados e desgaste na relação com colaboradores e empresas terceirizadas. Reajuste salarial dos funcionários de condomínios em 2026 A nova CCT determinou um aumento de 7% em todos os pisos salariais, aplicado sobre os valores vigentes em dezembro de 2025. Esse reajuste vale para trabalhadores de: As cláusulas econômicas têm vigência de 12 meses, enquanto as demais cláusulas da convenção permanecem válidas por 24 meses. Esse reajuste impacta diretamente contratos terceirizados e a folha de pagamento dos condomínios, exigindo revisão imediata do planejamento orçamentário. Pisos salariais dos funcionários de condomínios em 2026 A CCT 2026/2027 também atualizou os parâmetros salariais gerais. Confira os principais pontos: Essas definições exigem atenção especial dos síndicos na conferência dos contratos e na correta aplicação dos percentuais. Benefícios atualizados Além dos salários, a CCT manteve as cláusulas sociais anteriores e trouxe um reajuste linear de 5% em diversos benefícios. A principal mudança foi a substituição do antigo Prêmio de Assiduidade pela Cesta Básica II. Valores atualizados dos benefícios: Regras da Cesta Básica II A Cesta Básica II possui critérios claros de concessão, que merecem atenção redobrada na gestão: Trabalhadores com faltas injustificadas perdem o direito ao benefício no mês. Em caso de atestado médico: 1 dia: R$ 240,00, 2 dias: R$ 140,00 e 3 dias ou mais: não há pagamento do benefício. São elegíveis apenas colaboradores com piso salarial de até R$ 2.720,86. Essas regras exigem controle rigoroso de frequência e alinhamento com as empresas terceirizadas para evitar erros e conflitos. Programa de Participação nos Resultados (PPR) O Programa de Participação nos Resultados também foi reajustado em 5%, totalizando R$ 356,39 anuais, pagos em duas parcelas: O correto acompanhamento dessas datas evita atrasos e possíveis questionamentos trabalhistas. Impactos no planejamento financeiro do condomínio Com a atualização da CCT 2026/2027, síndicos e administradoras precisam ir além do simples cumprimento das regras. É fundamental: A gestão dos funcionários de condomínios deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica. Como a administradora pode apoiar o síndico nesse processo Entender a CCT é um passo importante, mas aplicá-la corretamente no dia a dia exige conhecimento técnico, atenção aos detalhes e acompanhamento constante das normas. Uma administradora preparada atua como apoio real ao síndico, ajudando na leitura da convenção, na adequação dos contratos, no planejamento financeiro e na prevenção de riscos trabalhistas. Se você é síndico ou gestor e quer garantir que seu condomínio esteja em conformidade com a CCT 2026/2027 dos funcionários de condomínios, conte com um suporte que entende a rotina condominial e antecipa soluções. Conte com a Conviver! Acompanhe a Conviver! Continue acompanhando nossas atualizações, aqui e em nossas redes sociais! Até a próxima! 

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Impacto da Reforma Tributária nos condomínios em 2026: o que você precisa entender

A Reforma Tributária 2026 nos condomínios deixou de ser apenas um tema distante e passou a fazer parte do planejamento real da gestão condominial. Mesmo que o condomínio não seja uma empresa, os impactos da nova estrutura tributária já vão começar a aparecer no dia a dia, principalmente nos contratos, no orçamento e na forma como os custos chegam até a taxa condominial. Para síndicos e moradores, entender esse cenário é essencial para evitar surpresas, conflitos em assembleia e decisões financeiras mal planejadas. E neste artigo, você vai entender isso. Continue lendo! O que muda com a Reforma Tributária a partir de 2026 A partir deste ano (2026), o Brasil inicia a fase de transição para um novo modelo de tributação sobre o consumo, com a criação da CBS e do IBS, que substituem gradualmente tributos como ISS, ICMS, PIS e Cofins. Esse primeiro ano funciona como um período de testes. As empresas já precisam se adequar às novas regras, emitir documentos fiscais no novo padrão e cumprir obrigações acessórias, mesmo que o recolhimento efetivo ainda seja limitado. É nesse ponto que a Reforma Tributária 2026 nos condomínios começa a gerar reflexos práticos. O condomínio vai pagar novos impostos? Não. O condomínio, por natureza, não se transforma em contribuinte direto dos novos tributos sobre consumo. A taxa condominial não passa a ter um imposto novo embutido de forma direta. O impacto acontece de forma indireta, por meio dos fornecedores e prestadores de serviço que atendem o condomínio. Como a Reforma Tributária 2026 impacta os contratos de fornecedores Os principais reflexos da Reforma Tributária 2026 nos condomínios aparecem nos contratos de serviços contínuos, como: Essas empresas precisam adaptar sistemas, processos e documentos fiscais. Esse movimento pode gerar: Por isso, não é raro que síndicos recebam, já em 2026, comunicações sobre revisão de contratos, mesmo sem aumento imediato de carga tributária. Impactos possíveis nas taxas condominiais A Reforma Tributária 2026 nos condomínios não significa aumento automático da taxa condominial. Mas ela exige atenção. Os principais pontos de impacto são: Quando esses pontos não são bem conduzidos, o reflexo aparece no caixa do condomínio e, consequentemente, na taxa mensal. E as retenções de impostos mudam? Em 2026, o foco ainda está na adaptação e no período de transição. As regras de retenção que os condomínios já conhecem não mudam de forma abrupta, mas o cenário exige mais atenção à documentação fiscal. O síndico e a administradora precisam observar: Esse cuidado evita problemas futuros e questionamentos em auditorias ou assembleias. Como síndicos podem se preparar para a Reforma Tributária 2026 Algumas ações práticas ajudam muito nesse momento: Antecipação e informação reduzem ruído e fortalecem a confiança na gestão. O que moradores precisam entender sobre a Reforma Tributária Para os moradores, o mais importante é saber que: Transparência na comunicação é o que mantém o equilíbrio da convivência. Planejamento é a melhor resposta à Reforma Tributária 2026 nos condomínios A Reforma Tributária 2026 nos condomínios não deve ser encarada com alarme, mas com responsabilidade. Síndicos que se antecipam, revisam contratos e comunicam bem atravessam esse período com muito mais segurança. Mais do que reagir, o momento pede gestão técnica, planejamento financeiro e decisões bem embasadas. Se precisar de apoio para lidar com alguma questão, a Conviver está aqui para ajudar! Acompanhe a Conviver! Continue acompanhando nossas atualizações, aqui e em nossas redes sociais! Até a próxima!

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Mês do Síndico: ensinamentos sobre a profissão e lições sobre ser síndico

Mês do Síndico: ensinamentos sobre a profissão e lições sobre ser síndico

Novembro é um mês especial para quem vive o dia a dia da gestão condominial. No dia 30 de novembro, celebra-se o Dia do Síndico, data que reconhece o esforço, a dedicação e o equilíbrio de quem está à frente de decisões que impactam a rotina de todos os moradores. Para marcar esse momento, reunimos lições sobre ser síndico que refletem os principais aprendizados da profissão e mostram como essa função vai muito além de administrar um condomínio. Ser síndico é liderar com empatia, organização e propósito coletivo. E neste artigo, falamos mais sobre isso. Continue lendo! O que representa o Mês do Síndico O Mês do Síndico é uma oportunidade para refletir sobre o papel e os desafios de quem assume essa responsabilidade. É o período ideal para valorizar o trabalho dos síndicos e reforçar que uma boa gestão é resultado de preparo, comunicação e equilíbrio emocional. A rotina condominial exige atenção constante, decisões assertivas e muita paciência e é nesse cenário que surgem as maiores lições sobre ser síndico. Cada desafio traz um novo aprendizado sobre convivência, liderança e coletividade. Lições sobre ser síndico que todo gestor aprende com o tempo Na sindicatura, os desafios diários, as demandas do condomínio e as diferentes personalidades dos moradores trazem experiências que moldam o perfil de um bom gestor. Confira algumas das principais lições sobre ser síndico: 1. Ouvir é tão importante quanto decidir Antes de agir, o síndico precisa saber ouvir. Entender as dores e necessidades dos moradores ajuda a tomar decisões mais equilibradas e fortalece o diálogo dentro do condomínio. 2. Planejamento é sinônimo de tranquilidade Uma gestão organizada começa com o planejamento. Orçamento bem estruturado, cronogramas de manutenção e relatórios claros evitam surpresas e trazem mais segurança para todos. 3. Comunicação clara é o melhor caminho Grande parte dos conflitos surge da falta de informação. Investir em uma comunicação eficiente, seja por aplicativos, murais digitais ou comunicados, é uma das lições sobre ser síndico mais importantes para manter a transparência. 4. Liderar exige equilíbrio emocional Tomar decisões justas, mesmo em meio a pressões e opiniões divergentes, é parte essencial da profissão. Um bom síndico precisa manter a calma e agir com imparcialidade, mesmo em situações delicadas. 5. Capacitação é um investimento, não um custo O mercado condominial está em constante evolução. Buscar cursos, eventos e atualizações mostra comprometimento e amplia o repertório técnico e humano do gestor. Essa é uma das lições sobre ser síndico que mais impulsiona o crescimento profissional. O papel da administradora no apoio à gestão Durante o Mês do Síndico, também é importante destacar o papel das administradoras, que são parceiras fundamentais na rotina da gestão. Enquanto o síndico atua na linha de frente, a administradora cuida dos bastidores, organizando documentos, finanças e prazos, para que o trabalho seja mais leve e eficiente. Essa parceria é uma das lições sobre ser síndico mais valiosas: ninguém administra sozinho. Ter o suporte certo faz toda a diferença. Ensinamentos que inspiram o futuro da profissão O Mês do Síndico é um convite para reconhecer o valor dessa profissão e aprender com quem vive o condomínio todos os dias. As lições sobre ser síndico mostram que o cargo vai muito além de tarefas técnicas, ele envolve empatia, escuta, liderança e um olhar humano sobre a convivência. Valorizar o síndico é valorizar o condomínio. É reconhecer o esforço de quem dedica tempo e energia para que o espaço onde moramos seja mais seguro, organizado e harmonioso. Parabéns, Síndico! Celebrar o Mês do Síndico é também compartilhar lições sobre o dia a dia que inspiram boas práticas e fortalecem o espírito de comunidade. Ser síndico é aprender constantemente, é construir pontes entre pessoas e garantir que cada decisão reflita o cuidado com o coletivo. Parabéns a todos que assumem esse compromisso extraordinário! Acompanhe a Conviver! Continue acompanhando nossas atualizações, aqui e em nossas redes sociais! Até a próxima!

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Nova diretriz do Corpo de Bombeiros para carros elétricos em condomínio: o que muda?

Nova diretriz do Corpo de Bombeiros para carros elétricos em condomínio: o que muda?

Os carros elétricos já não são mais tendência de futuro, eles estão presentes no dia a dia de muitos moradores de condomínios. E com essa realidade, surge uma pergunta importante: como garantir que a recarga desses veículos seja feita com segurança? Foi pensando nisso que o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros publicou a Diretriz Nacional para sistemas de recarga de veículos elétricos (Portaria 029/LIGABOM/2025). A norma traz regras que impactam diretamente síndicos, moradores e a infraestrutura dos prédios. Entenda mais sobre o que vem por aí neste artigo! Por que essa norma é importante? Ter carros elétricos em condomínio significa novas demandas: pontos de recarga, aumento no consumo de energia e riscos maiores se a instalação não for feita corretamente. A Diretriz Nacional veio justamente para padronizar esse processo, trazendo mais segurança contra incêndios e clareza sobre como os condomínios devem se preparar. O que muda na prática? A nova diretriz trata de três grandes pontos: instalação elétrica, segurança contra incêndio e prazos para adaptação. 1. Instalações elétricas 2. Segurança contra incêndio 3. Prazos de adequação O papel do síndico Para atender às novas exigências, o síndico deve: O que dizem os especialistas Durante a consulta pública, entidades como o Secovi-SP e o SindusCon-SP alertaram para os custos altos de algumas medidas, especialmente a instalação de sprinklers em prédios antigos. Apesar disso, especialistas reforçam que a norma é um passo importante. Segundo Ricardo Bastos, presidente da ABVE, “a instalação precisa ser feita por profissionais qualificados, seguindo as normas brasileiras já existentes”. Está preparado? Os carros elétricos já fazem parte da nossa realidade condominial e a nova Diretriz do Corpo de Bombeiros veio para organizar esse cenário. Pode até exigir investimentos, mas garante muito mais segurança e previsibilidade para síndicos e moradores. Quem se preparar desde já estará um passo à frente para atender à demanda dos moradores e valorizar o patrimônio do condomínio. E no seu condomínio, como vocês estão lidando com essa novidade? Acompanhe a Conviver! Continue acompanhando nossas atualizações, aqui e em nossas redes sociais! Até a próxima! 

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Setembro Amarelo no condomínio_ como lidar com situações difíceis

Setembro Amarelo no condomínio: como lidar com situações difíceis

O mês de setembro traz uma reflexão importante: a valorização da vida. É o período em que o Setembro Amarelo ganha destaque em todo o país, chamando atenção para a prevenção do suicídio e para a importância de cuidar da saúde mental. E dentro de um condomínio, esse tema não deve passar despercebido. Afinal, o espaço que compartilhamos diariamente é também um ambiente onde sinais de sofrimento podem ser percebidos com mais facilidade, seja em um vizinho mais calado, em um funcionário sobrecarregado ou em alguém que começa a mudar seus hábitos de convivência. O síndico, por estar em contato com moradores e colaboradores, tem papel fundamental na forma como essas situações são abordadas. Neste artigo, vamos refletir sobre como trazer o Setembro Amarelo no condomínio como pauta de conscientização, explorando ações de prevenção, acolhimento e maneiras de lidar com situações difíceis do dia a dia. O Setembro Amarelo e sua importância O Setembro Amarelo chegou ao Brasil em 2015, através de uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), com apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O laço amarelo tornou-se o símbolo da campanha, que hoje é lembrada em escolas, empresas, espaços públicos e, cada vez mais, em comunidades. O objetivo não é apenas falar sobre o suicídio, mas principalmente quebrar o tabu em torno da saúde mental, incentivando o diálogo, mostrando canais de apoio (como o CVV – telefone 188) e reforçando que pedir ajuda é um ato de coragem. Como trazer o Setembro Amarelo para dentro do condomínio Promover o Setembro Amarelo no condomínio é uma forma de criar um ambiente mais humano, onde todos se sintam cuidados e parte de uma comunidade. Algumas iniciativas que podem ser adotadas: Lidando com moradores em sofrimento emocional O síndico não tem obrigação, nem deve, assumir o papel de psicólogo, mas pode agir como um agente de escuta e acolhimento. Alguns pontos importantes: O olhar também deve estar nos colaboradores Assim como os moradores, os funcionários do condomínio também enfrentam pressões e desafios pessoais. Um colaborador desmotivado, ansioso ou estressado pode apresentar sinais que não devem ser ignorados. O síndico pode apoiar de diversas formas: Esse cuidado reflete diretamente no clima organizacional e na qualidade dos serviços prestados no dia a dia. Conviver: juntos pela valorização da vida O Setembro Amarelo no condomínio é mais do que uma campanha, é uma oportunidade de fortalecer os laços de convivência, criar um ambiente acolhedor e mostrar que ninguém precisa enfrentar seus problemas sozinho. O síndico tem um papel importante ao estimular a comunidade a olhar uns pelos outros, valorizando atitudes simples que podem salvar vidas. Na Conviver Administradora de Condomínios, acreditamos que um condomínio saudável vai além da gestão financeira e administrativa. Cuidar das pessoas é parte essencial da nossa missão. Por isso, apoiamos campanhas como o Setembro Amarelo e incentivamos síndicos e moradores a se unirem pela valorização da vida. Por isso, se precisar de apoio, estamos à disposição! Acompanhe a Conviver! Continue acompanhando nossas atualizações, aqui e em nossas redes sociais! Até a próxima!

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