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CCT 2026/2027 dos funcionários de condomínios: o que muda e como se preparar

A CCT 2026/2027 dos funcionários de condomínios já está em vigor e trouxe mudanças importantes que impactam diretamente a gestão de pessoas e o planejamento financeiro dos condomínios em São Paulo. As negociações coletivas entre o SEAC e a FEMACO foram concluídas e definiram novas condições de trabalho, salários e benefícios para diversas funções essenciais ao dia a dia condominial. Neste artigo, explico os principais pontos da nova Convenção Coletiva de Trabalho, com foco prático para síndicos e gestores, sempre considerando o impacto real na rotina e no orçamento do condomínio. Continue lendo! O que é a CCT e por que ela importa para os condomínios A Convenção Coletiva de Trabalho estabelece regras que devem ser cumpridas por empregadores e empregados dentro de uma categoria profissional. No caso dos funcionários de condomínios, a CCT define pisos salariais, reajustes, benefícios, programas de participação e condições gerais de trabalho. Ignorar ou interpretar mal essas regras pode gerar problemas trabalhistas, impactos financeiros inesperados e desgaste na relação com colaboradores e empresas terceirizadas. Reajuste salarial dos funcionários de condomínios em 2026 A nova CCT determinou um aumento de 7% em todos os pisos salariais, aplicado sobre os valores vigentes em dezembro de 2025. Esse reajuste vale para trabalhadores de: As cláusulas econômicas têm vigência de 12 meses, enquanto as demais cláusulas da convenção permanecem válidas por 24 meses. Esse reajuste impacta diretamente contratos terceirizados e a folha de pagamento dos condomínios, exigindo revisão imediata do planejamento orçamentário. Pisos salariais dos funcionários de condomínios em 2026 A CCT 2026/2027 também atualizou os parâmetros salariais gerais. Confira os principais pontos: Essas definições exigem atenção especial dos síndicos na conferência dos contratos e na correta aplicação dos percentuais. Benefícios atualizados Além dos salários, a CCT manteve as cláusulas sociais anteriores e trouxe um reajuste linear de 5% em diversos benefícios. A principal mudança foi a substituição do antigo Prêmio de Assiduidade pela Cesta Básica II. Valores atualizados dos benefícios: Regras da Cesta Básica II A Cesta Básica II possui critérios claros de concessão, que merecem atenção redobrada na gestão: Trabalhadores com faltas injustificadas perdem o direito ao benefício no mês. Em caso de atestado médico: 1 dia: R$ 240,00, 2 dias: R$ 140,00 e 3 dias ou mais: não há pagamento do benefício. São elegíveis apenas colaboradores com piso salarial de até R$ 2.720,86. Essas regras exigem controle rigoroso de frequência e alinhamento com as empresas terceirizadas para evitar erros e conflitos. Programa de Participação nos Resultados (PPR) O Programa de Participação nos Resultados também foi reajustado em 5%, totalizando R$ 356,39 anuais, pagos em duas parcelas: O correto acompanhamento dessas datas evita atrasos e possíveis questionamentos trabalhistas. Impactos no planejamento financeiro do condomínio Com a atualização da CCT 2026/2027, síndicos e administradoras precisam ir além do simples cumprimento das regras. É fundamental: A gestão dos funcionários de condomínios deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica. Como a administradora pode apoiar o síndico nesse processo Entender a CCT é um passo importante, mas aplicá-la corretamente no dia a dia exige conhecimento técnico, atenção aos detalhes e acompanhamento constante das normas. Uma administradora preparada atua como apoio real ao síndico, ajudando na leitura da convenção, na adequação dos contratos, no planejamento financeiro e na prevenção de riscos trabalhistas. Se você é síndico ou gestor e quer garantir que seu condomínio esteja em conformidade com a CCT 2026/2027 dos funcionários de condomínios, conte com um suporte que entende a rotina condominial e antecipa soluções. Conte com a Conviver! Acompanhe a Conviver! Continue acompanhando nossas atualizações, aqui e em nossas redes sociais! Até a próxima! 

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Impacto da Reforma Tributária nos condomínios em 2026: o que você precisa entender

A Reforma Tributária 2026 nos condomínios deixou de ser apenas um tema distante e passou a fazer parte do planejamento real da gestão condominial. Mesmo que o condomínio não seja uma empresa, os impactos da nova estrutura tributária já vão começar a aparecer no dia a dia, principalmente nos contratos, no orçamento e na forma como os custos chegam até a taxa condominial. Para síndicos e moradores, entender esse cenário é essencial para evitar surpresas, conflitos em assembleia e decisões financeiras mal planejadas. E neste artigo, você vai entender isso. Continue lendo! O que muda com a Reforma Tributária a partir de 2026 A partir deste ano (2026), o Brasil inicia a fase de transição para um novo modelo de tributação sobre o consumo, com a criação da CBS e do IBS, que substituem gradualmente tributos como ISS, ICMS, PIS e Cofins. Esse primeiro ano funciona como um período de testes. As empresas já precisam se adequar às novas regras, emitir documentos fiscais no novo padrão e cumprir obrigações acessórias, mesmo que o recolhimento efetivo ainda seja limitado. É nesse ponto que a Reforma Tributária 2026 nos condomínios começa a gerar reflexos práticos. O condomínio vai pagar novos impostos? Não. O condomínio, por natureza, não se transforma em contribuinte direto dos novos tributos sobre consumo. A taxa condominial não passa a ter um imposto novo embutido de forma direta. O impacto acontece de forma indireta, por meio dos fornecedores e prestadores de serviço que atendem o condomínio. Como a Reforma Tributária 2026 impacta os contratos de fornecedores Os principais reflexos da Reforma Tributária 2026 nos condomínios aparecem nos contratos de serviços contínuos, como: Essas empresas precisam adaptar sistemas, processos e documentos fiscais. Esse movimento pode gerar: Por isso, não é raro que síndicos recebam, já em 2026, comunicações sobre revisão de contratos, mesmo sem aumento imediato de carga tributária. Impactos possíveis nas taxas condominiais A Reforma Tributária 2026 nos condomínios não significa aumento automático da taxa condominial. Mas ela exige atenção. Os principais pontos de impacto são: Quando esses pontos não são bem conduzidos, o reflexo aparece no caixa do condomínio e, consequentemente, na taxa mensal. E as retenções de impostos mudam? Em 2026, o foco ainda está na adaptação e no período de transição. As regras de retenção que os condomínios já conhecem não mudam de forma abrupta, mas o cenário exige mais atenção à documentação fiscal. O síndico e a administradora precisam observar: Esse cuidado evita problemas futuros e questionamentos em auditorias ou assembleias. Como síndicos podem se preparar para a Reforma Tributária 2026 Algumas ações práticas ajudam muito nesse momento: Antecipação e informação reduzem ruído e fortalecem a confiança na gestão. O que moradores precisam entender sobre a Reforma Tributária Para os moradores, o mais importante é saber que: Transparência na comunicação é o que mantém o equilíbrio da convivência. Planejamento é a melhor resposta à Reforma Tributária 2026 nos condomínios A Reforma Tributária 2026 nos condomínios não deve ser encarada com alarme, mas com responsabilidade. Síndicos que se antecipam, revisam contratos e comunicam bem atravessam esse período com muito mais segurança. Mais do que reagir, o momento pede gestão técnica, planejamento financeiro e decisões bem embasadas. Se precisar de apoio para lidar com alguma questão, a Conviver está aqui para ajudar! Acompanhe a Conviver! Continue acompanhando nossas atualizações, aqui e em nossas redes sociais! Até a próxima!

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Como preparar o condomínio para enfrentar eventos climáticos extremos

Os efeitos das ações humanas sobre a natureza estão se tornando cada vez mais evidentes, como demonstrado pelo recente temporal em São Paulo. No último mês, várias regiões do estado sofreram com fortes rajadas de vento e intensas chuvas, sendo que a Zona Sul da capital registrou ventos de até 107 km/h. Esses eventos afetaram ao menos 98 municípios paulistas e resultaram em um apagão que causou prejuízos significativos ao varejo e serviços, totalizando cerca de R$ 1,65 bilhão, segundo a Fecomércio-SP.  Além do impacto direto na vida das pessoas, as tempestades causam prejuízos significativos às estruturas e ao cotidiano dos condomínios, tornando essencial o planejamento e a prevenção. Diante da possibilidade de novos temporais, é crucial saber como preparar seu condomínio. Continue lendo para descobrir estratégias eficazes de preparação. 1. Avaliação Estrutural e Manutenção Preventiva Realizar uma avaliação periódica da estrutura do condomínio é o primeiro passo para garantir a segurança dos moradores e minimizar danos. As fortes rajadas de vento e o acúmulo de água das chuvas podem comprometer áreas como telhados, calhas, e sistemas elétricos. Manutenção de telhados e calhas: verifique o estado de telhados, calhas e ralos para garantir que estão livres de obstruções e preparados para escoar o volume de água. Inspeção de fachadas e estruturas: identificar rachaduras ou desgastes nas fachadas pode ajudar a evitar infiltrações e descolamentos. Checagem do sistema elétrico: certifique-se de que os sistemas elétricos estão em boas condições, especialmente as áreas expostas que podem entrar em contato com a água, evitando assim curtos-circuitos e apagões. 2. Plano de Emergência para situações de apagão A falta de energia é uma das consequências mais comuns em tempestades intensas. Ter um plano para situações de apagão é fundamental para manter a segurança e o conforto dos moradores. Geradores de emergência: considere a possibilidade de instalar geradores de energia para manter serviços essenciais em funcionamento, como iluminação de emergência e elevadores. Orientação aos moradores: informe a todos sobre como proceder durante uma queda de energia prolongada. Isso inclui desligar eletrodomésticos para evitar danos quando a energia retornar. 3. Gestão de áreas verdes e árvores As áreas verdes do condomínio também precisam de atenção especial, pois árvores e plantas mal cuidadas podem se tornar um risco durante ventanias e tempestades. Poda preventiva de árvores: realize a poda regular das árvores para evitar quedas de galhos que possam atingir carros, janelas ou outros moradores. Avaliação de árvores de grande porte: contrate profissionais para inspecionar árvores maiores que possam estar comprometidas ou em risco de queda. 4. Sistema de drenagem adequado Um bom sistema de drenagem evita alagamentos nas áreas comuns e nas garagens, que são áreas particularmente vulneráveis em tempestades. Verificação de ralos e canaletas: certifique-se de que todos os ralos e canaletas estão desobstruídos e em bom funcionamento para escoar rapidamente a água da chuva. Instalação de bombas de esgotamento: em garagens subterrâneas ou áreas de baixa altitude, instalar bombas para escoar a água pode evitar alagamentos. 5. Comunicação e orientação para os moradores A comunicação interna é essencial para que todos saibam como proceder em caso de emergência climática. Boletins e comunicados: envie comunicados periódicos com informações sobre o que está sendo feito para prevenir danos e quais ações os moradores devem tomar em caso de tempestades. Orientação sobre seguros residenciais: incentive os moradores a verificarem suas apólices de seguro para garantir que estão protegidos contra possíveis danos causados por eventos climáticos. 6. Importância de um fundo de reserva Os custos para reparar danos causados por eventos climáticos podem ser altos. Manter um fundo de reserva para cobrir esses gastos emergenciais é uma prática financeira prudente que pode garantir a proteção do condomínio sem prejudicar o orçamento. Por fim, a preparação para eventos climáticos extremos em condomínios é uma tarefa que demanda planejamento e colaboração entre a administração e os moradores. Síndicos proativos e uma comunicação transparente podem fazer toda a diferença, promovendo segurança e tranquilidade para todos os residentes. Estar preparado para lidar com esses fenômenos não só preserva a integridade das estruturas, mas também ajuda a proteger as pessoas e a minimizar prejuízos financeiros. Lembre-se: prevenir é sempre a melhor escolha. Esteja atento, mantenha o condomínio em dia e contribua para uma comunidade mais segura e preparada para enfrentar as adversidades climáticas. Em caso de dúvidas, fale conosco!

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Crianças em Condomínio: Dicas para uma Convivência Harmônica e Divertida

Viver em um condomínio residencial vertical oferece diversas vantagens, como segurança, comodidade e a oportunidade de convivência em comunidade. Quando se trata de crianças, esses benefícios podem ser ainda mais valorizados, desde que haja orientação e regras claras para garantir a harmonia entre todos os moradores. Neste artigo, vamos abordar como ensinar as crianças sobre as regras do condomínio, sugerir atividades para entretê-las e promover uma convivência saudável entre os pequenos condôminos e os demais residentes. A Importância de Ensinar as Regras do Condomínio às Crianças Assim como os adultos, as crianças também são parte integrante da comunidade condominial e devem ser orientadas sobre as normas de convivência. Ensinar desde cedo sobre respeito, responsabilidade e limites é fundamental para evitar conflitos e garantir a tranquilidade de todos. Dicas para Educar as Crianças sobre as Regras: Atividades para Crianças em Condomínios Manter as crianças entretidas é essencial para que elas aproveitem ao máximo o ambiente do condomínio e também para minimizar comportamentos indesejados causados pelo tédio. Sugestões de Atividades: Promovendo a Convivência Saudável entre Todos os Moradores A interação positiva entre crianças e adultos contribui para um ambiente harmonioso no condomínio. É importante que os moradores entendam as necessidades dos pequenos e que as crianças respeitem os limites dos demais. Estratégias para Melhorar a Convivência: O Papel dos Pais e Responsáveis Os pais têm um papel fundamental na orientação e supervisão das crianças dentro do condomínio. Acompanhar as atividades dos filhos e estar presente nas rotinas ajuda a prevenir incidentes e a promover comportamentos adequados. Responsabilidades dos Pais: Benefícios de uma Boa Convivência para as Crianças Quando as crianças aprendem a conviver em harmonia no condomínio, elas desenvolvem habilidades sociais importantes, como empatia, cooperação e respeito às diferenças. Além disso, um ambiente seguro e amigável contribui para o bem-estar e o desenvolvimento saudável dos pequenos. Conclusão A vida em condomínio pode ser uma experiência enriquecedora para crianças e adultos. Com regras claras, atividades adequadas e a participação ativa dos pais e da administração, é possível criar um ambiente onde as crianças possam se divertir e aprender, ao mesmo tempo em que se mantém a harmonia e o respeito entre todos os moradores. Na Conviver, acreditamos que viver em condomínio é uma escolha, e conviver é uma necessidade. Estamos comprometidos em promover a boa convivência e oferecer suporte para que seu condomínio seja um lugar seguro, harmonioso e agradável para todas as idades. Gostou deste artigo? Compartilhe com seus vizinhos e ajude a construir uma comunidade ainda mais unida!

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Setembro Amarelo nos Condomínios: um guia para mais qualidade de vida.

A vida em condomínio, com seus apartamentos e áreas comuns, oferece conforto e praticidade. Mas você sabia que esse ambiente também pode influenciar diretamente na sua saúde mental? O Setembro Amarelo, campanha dedicada à prevenção do suicídio, nos convida a refletir sobre essa questão e a importância de cuidarmos uns dos outros, especialmente em um contexto de maior isolamento social. A solidão nas alturas: o desafio da vida em condomínio A verticalização das cidades, que torna os condomínios cada vez mais comuns, pode paradoxalmente aumentar o sentimento de isolamento entre os moradores. A falta de contato com a natureza, a rotina acelerada e a dificuldade em construir laços mais profundos podem afetar o bem-estar emocional. É crucial entender que a saúde mental não se resume à ausência de doenças, mas sim à capacidade de lidar com as emoções, desafios e relacionamentos de forma saudável. Sinais de alerta e como ajudar É fundamental estar atento aos sinais de que alguém pode estar precisando de ajuda. Mudanças bruscas de comportamento, isolamento social, dificuldade em dormir ou se concentrar, perda de interesse em atividades antes prazerosas e falas sobre morte ou suicídio são alguns dos indicativos. O que fazer? Autocuidado: a base para uma vida mais feliz Cuidar da sua saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física. Algumas dicas simples podem fazer toda a diferença: Setembro amarelo nos condomínios: juntos por uma comunidade mais saudável Os condomínios podem ser muito mais do que apenas um lugar para morar. Eles podem ser espaços de convivência, onde os moradores se conhecem, trocam experiências e se ajudam mutuamente. O que você pode fazer? Conclusão: O Setembro Amarelo é um momento importante para refletir sobre a saúde mental e a importância de cuidarmos uns dos outros. Ao promover ações de conscientização e apoio dentro dos condomínios, podemos criar um ambiente mais acolhedor e seguro para todos. Dúvidas? Ficou com alguma dúvida sobre o tema? Comente aqui embaixo e continue acompanhando nossas atualizações, aqui e em nossas redes sociais! Até a próxima! 

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O Papel do Conselho Consultivo em Condomínios: Fortalecendo a Harmonia com o Síndico

Dentro da dinâmica condominial, a relação entre o síndico e o conselho consultivo é crucial para garantir uma gestão eficaz e harmoniosa. Este artigo aborda em profundidade o papel do conselho consultivo, detalhando suas responsabilidades legais, a importância de uma colaboração efetiva com o síndico, e oferece estratégias para fortalecer essa parceria essencial. Mas afinal, o que é o Conselho Consultivo?  O conselho consultivo, conforme estabelecido pelo artigo 23 da Lei nº 4.591/64, é um órgão facultativo dentro da estrutura administrativa de um condomínio. Ele é composto por moradores eleitos que têm o papel de fiscalizar as ações do síndico e assessorá-lo nas decisões mais significativas relativas à administração do condomínio. Funções e limitações do Conselho Consultivo O conselho tem a função crucial de fiscalizar as contas do condomínio, a administração dos recursos e a condução das políticas internas pelo síndico. Eles devem atuar como um corpo consultivo, sem poderes executivos, o que significa que suas recomendações não são obrigatórias para o síndico, mas podem influenciar fortemente nas decisões administrativas. Importância de uma boa relação entre Síndico e Conselho Consultivo Uma relação positiva entre o síndico e o conselho consultivo é vital para a transparência e eficácia da gestão condominial. Um síndico que mantém uma comunicação aberta e respeitosa com o conselho pode beneficiar-se de insights valiosos e suporte nas decisões complexas, além de fortalecer a confiança entre os condôminos. Dicas para construir uma convivência eficiente com o Conselho Consultivo A interação entre o síndico e o conselho consultivo pode definir o sucesso da administração de um condomínio. Investir em uma relação sólida e cooperativa entre estas partes é fundamental para assegurar uma gestão transparente e eficiente, que atenda aos interesses de todos os moradores. Se você é síndico ou membro do conselho consultivo e busca melhorar a gestão do seu condomínio, considere o suporte de uma administradora experiente como a Conviver. Estamos aqui para ajudar você a aprimorar a dinâmica entre síndico e conselho, garantindo uma administração mais harmoniosa e eficiente. Convidamos você a entrar em contato conosco para explorar como podemos assisti-lo nessa jornada.

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7 dicas de como usar o elevador corretamente

No dia a dia de um condomínio, o elevador é uma das áreas de convivência mais utilizadas. Para garantir que todos os moradores desfrutem de uma experiência segura e confortável, é essencial seguir algumas etiquetas e regras básicas de convivência. Este artigo explora como pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença na harmonia do ambiente condominial. 1. Respeite a capacidade e prioridades Para começar, é fundamental entender a capacidade máxima do elevador e respeitar esse limite. Isso não apenas garante a segurança de todos, mas também evita situações desconfortáveis de superlotação. 2. Consciência em movimento É importante lembrar que pessoas com mobilidade reduzida, idosos e mães com carrinhos de bebê têm prioridade no uso do elevador. Ao ser consciente dessas necessidades, você contribui para um ambiente mais inclusivo e empático. 3. Evite congestionamentos e uso excessivo Para otimizar o uso do elevador, evite usá-lo desnecessariamente para transportar itens grandes ou para andares próximos. Isso permite que outros moradores possam usá-lo com mais rapidez e eficiência. 4. Tempo compartilhado com eficiência Considere utilizar as escadas em vez do elevador para deslocamentos curtos, reservando-o para situações em que seja realmente necessário, como para acessar andares distantes ou para transportar objetos pesados. 5. Mantenha a limpeza e a segurança Manter o elevador limpo e seguro é responsabilidade de todos. Evite deixar lixo ou danificar as instalações. Se perceber algum problema, reporte imediatamente ao síndico ou à administração do condomínio. 6. Zelando pelo Conforto Comum Respeite as normas de uso quanto ao transporte de animais de estimação, evitando situações que possam causar desconforto aos demais usuários. 7. Comunicação e educação A chave para uma convivência harmoniosa no uso do elevador reside na comunicação e na educação. Promova campanhas educativas e informativas entre os moradores para reforçar as etiquetas de uso e as regras estabelecidas. Ao seguir estas etiquetas e regras simples, cada morador contribui para um ambiente mais agradável e seguro no condomínio. Respeitar o espaço e as necessidades dos outros é essencial para promover uma convivência harmoniosa no uso do elevador, transformando-o em um espaço de conexão e conforto para todos. Esperamos que você tenha gostado desse artigo. Continue nos acompanhando para mais conteúdos como esse! Até a próxima!

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Ações sociais em condomínios: um papel transformador na sociedade

Em um mundo cada vez mais interconectado, os condomínios emergem não apenas como espaços residenciais, mas como comunidades influentes capazes de fomentar mudanças sociais profundas. Este artigo detalha como os condomínios e suas administrações podem assumir um papel ativo na promoção de ações sociais, sublinhando a importância de uma gestão consciente e engajada. A conexão entre comunidade condominial e sociedade Os condomínios, por sua estrutura e densidade populacional, têm um potencial único para influenciar e mobilizar ações sociais significativas. Eles são reflexos da diversidade e complexidade da sociedade maior, atuando como microcosmos onde iniciativas coletivas podem gerar impactos substanciais tanto interna quanto externamente. Aprofundamento no papel dos condomínios Responsabilidade social: como um grande grupo de pessoas vivendo juntas, os condomínios têm a responsabilidade de agir de forma socialmente responsável, não apenas dentro de suas cercas, mas também na comunidade mais ampla. Possibilidades de impacto: desde a promoção da reciclagem até o apoio a projetos de educação local, os condomínios podem implementar uma variedade de atividades que beneficiam tanto os moradores quanto a vizinhança ao redor. Oportunidades para síndicos e administradoras promoverem ações sociais Síndicos e administradoras de condomínios desempenham papéis centrais na coordenação e execução de iniciativas sociais dentro de suas comunidades. Ambos estão em posições estratégicas para liderar e inspirar mudanças, aproveitando suas capacidades de organização e influência para beneficiar não apenas os moradores, mas também a comunidade maior. Exploremos como eles podem efetivamente impulsionar essas iniciativas: Iniciativa proativa do Síndico O síndico, sendo o líder da comunidade condominial, possui uma oportunidade única de ser um agente de mudança social. A iniciativa de promover ações sociais deve começar com ele, identificando as necessidades dos moradores e as questões que ressoam com a comunidade. É crucial que o síndico mostre engajamento e dedicação às causas sociais, podendo, significativamente, aumentar a participação e o apoio dos condôminos. A Importância do apoio da Administradora A administradora de condomínios tem a responsabilidade de apoiar o síndico nessas iniciativas, fornecendo os recursos e a infraestrutura necessários para sua realização efetiva. O apoio da administradora é fundamental para transformar ideias em ações concretas e bem-sucedidas. Desenvolvimento de Programas de Responsabilidade Social Além do suporte operacional, a administradora pode trabalhar com o síndico para desenvolver programas contínuos de responsabilidade social que se alinhem com os valores da comunidade e promovam a sustentabilidade das iniciativas ao longo do tempo. A combinação da liderança do síndico com o suporte estrutural da administradora cria uma parceria poderosa, capaz de mobilizar recursos e pessoas em prol de causas maiores, demonstrando o papel vital que os condomínios podem desempenhar na promoção da conscientização e ação social na sociedade contemporânea. Exemplos de ações sociais Dicas práticas para organizar ações solidárias em condomínios Comunicação efetiva: utilize todos os canais de comunicação disponíveis para mobilizar os moradores, desde aplicativos de mensagens até boletins informativos. Inclusão dos jovens: engajar crianças e adolescentes é vital. Organizar workshops educativos ou projetos de voluntariado que os envolvam diretamente pode ajudar a desenvolver uma consciência social desde cedo. Parcerias estratégicas: colaborar com ONGs e outras instituições pode ampliar o impacto das iniciativas, proporcionando recursos adicionais e expertise. A Importância de uma administradora socialmente ativa Ter o suporte de uma administradora como a Conviver, que se posiciona ativamente em causas sociais, pode fazer uma grande diferença. Administradoras com esse perfil não apenas facilitam a logística de tais iniciativas, mas também trazem credibilidade e estrutura para garantir que as ações sejam eficazes e bem recebidas. Conclusão e convite A conscientização e o engajamento em ações sociais transformam condomínios em verdadeiros pilares da comunidade. Encorajamos todos os síndicos a colaborar conosco na Conviver, onde apoiamos e incentivamos ativamente tais iniciativas. Juntos, podemos fazer uma diferença significativa, promovendo uma sociedade mais justa e solidária.

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